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domingo, 29 de março de 2009

Sugestões de atividades para o dia do índio



Atividade 1: A Moradia dos índios


1. Objetivo: Conhecer os modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais.
2. Desenvolvimento:
As ocas são as casas dos índios. Elas são compartilhadas por famílias de até 40 pessoas. Filhos, genros, noras, netas moram juntos, na maloca do patriarca.

E você, em que tipo de moradia vive? Marque:
( ) casa ( ) apartamento


Agora faça uma lista das pessoas que moram com você.


Atividade 2: Objetos indígenas




1. Objetivo: Conhecer os modos de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sociais.
2. Desenvolvimento:

Vamos ler uma lista dos objetos indígenas:

Risque a palavra que não combina com esta lista.

  • rede

  • cocar

  • máscara

  • computador


2 Faça você também uma lista e coloque uma palavra que não combine com as outras. Depois, troque com um amigo para que ele descubra qual a palavra que não combina com sua lista.




Atividade 3: Porque os índios se pintam


Liste em seu caderno alguns motivos pelos quais os índios se pintam.
E você, conhece alguém que não seja índio e que goste de se pintar? Quem?
Em quais situações esta pessoa se pinta?



Atividade 4: As cores das pinturas indígenas


Quando o índio pinta seu corpo, ele expressa o que sente e o que quer, pois cada desenho e cada cor têm um significado. Preto e vermelho são as cores da guerra.

Responda: que cor você usaria para expressar:
· Alegria?
· Raiva?
· Um susto?
· Medo?
· O amor?



Atividade 5: O que é, o que é?



Responda: qual é...?
a) O nome que se dá ao filho do índio com o branco? (Mameluco)
b) O nome que se dá ao filho do índio com o negro? (Cafuzo)
c) O nome que os índios Tupis davam ao nosso país? (Pindorama)



Atividade 6: Palavras de influência indígena



Muitos estados, municípios e rios têm nome de origem indígena. Vamos ver se você descobre seus significados.


PALAVRA SIGNIFICADO
PARANÁ Mar
PIAUÍ Rio dos Piaus
SERGIPE Rio dos Siris
TOCANTINS Bico de Tucano



Atividade 7: Idiomas


A língua tupi era uma das 1.200 línguas indígenas conhecidas no ano de 1500.
Até meados do século XVIII, foi o idioma mais falado no território brasileiro.

Responda:
· Qual o nome do idioma que falamos em nosso país?
· E nos países do quadro abaixo?


País Idioma
Estados Unidos Inglês
Espanha Espanhol
Itália Italiano
Alemanha Alemão



Atividade 8: Brincadeiras indígenas


Organize as palavras e descubra os nomes de algumas brincadeiras das crianças indígenas:
· gavião de Jogo: Jogo do gavião
· pacu do peixe Jogo: Jogo do peixe pacu
· animais Imitação e de pássaros: Imitação de animais e pássaros



Atividade 9: Diagrama dos alimentos indígenas


A variedade de nossa mesa deve muito aos alimentos cultivados pelos índios.
Procure alguns desses alimentos no diagrama abaixo:


A B A C A X I N M L K
A S D F G H J K L P O
L A M A N D I O C A G
Q W E R T Y U I O P O
M I L H O K J U H G F
G T I C A J U U I O P
C D E R T G V F D S D
B A T A T A D O C E F
M J H G F D S E R T A
J A B U T I C A B A N

resposta: BATATA-DOCE , MANDIOCA, MILHO, ABACAXI, CAJU, JABUTICABA



Atividade 10: As tribos indígenas



Vamos ler e cantar a primeira parte da música “Chegança” de Antônio Nóbrega e Wilson Freire.

Sou Pataxó,
sou Xavante e Cariri,
Ianonami, sou Tupi
Guarani, sou Carajá.
Sou Pancaruru.
Carijó, Tupinajé,
Potiguar, sou Caeté,
Ful-ni-ô, Tupinambá
Agora procure os nomes das tribos que começam com a letra indicada: C e T



Atividade 11: Pesquise



· Na sua região ainda existem tribos indígenas? Entreviste pessoas da sua comunidade e tente descobrir quais são e onde vivem.
· Pesquise nomes indígenas que temos em nossa vida hoje e escreva em seu caderno.


Atividade 12: Fazendo Petecas



1. Objetivo: exploração e reconhecimento de diferentes movimentos.
2. Desenvolvimento:


Você vai precisar de
· 1 pedra pequena e chata
· Palha de milho
· Barbante
· Penas coloridas


Modo de fazer: Coloque a pedra sobre um pedaço de palha e enrole. A pedra servirá para dar peso à peteca. Em seguida, vá embrulhando-a em outras palhas, de modo que as pontas fiquem para o mesmo lado. Só pare quando o embrulho tiver quase o tamanho da palma da sua mão.
Amarre as pontas com o barbante. Enfie as penas pelo vão, espalhando-as por igual. Se um lado tiver mais penas do que o outro, a peteca não vai funcionar.


Atividade 13: Cantando e estudando o texto


Professor: utilize para essa atividade a música Todo dia era dia de índio, de Jorge Benjor.
Disponível em http://vagalume.uol.com.br/jorge-ben-jor/curumim-chama-cunhata-que-eu-voucontar-todo-dia-era-dia-de-indio.html


· Marque na música a palavra índio. Quantas vezes ela aparece?
· Que tal desenhar índios de diferentes tipos para enfeitar o cartaz feito por
sua professora com a letra da música?


Atividade 14: Organize fichas


Realize com seu grupo o estudo das diferentes tribos que povoam os Estados do Brasil e organize suas descobertas em fichas, nas quais as crianças poderão consultar sempre que tiverem dúvidas sobre tipo de alimentação, vestuário, usos e costumes dos diferentes povos indígenas.
Sugestão: Xavante, Guarani, Tucano, Caiapó, Ianomâmi, Apinajé, Bororo, Camaiurá, Mundurucu.



Atividade 15: As aldeias


Você sabia que cada tribo constrói a sua aldeia com um desenho diferente?
Os Bororos e os Caiapós organizam sua aldeia de forma circular em torno de uma praça. Já os Xavantes organizam sua aldeia em forma de U, voltadas para um rio. Os Mundurucus e os Carajás organizam suas ocas em fileiras.

Agora que você já sabe como os índios organizam suas casas, represente-as com desenho em seu caderno.



Atividade 16: Os adereços dos índios



Os enfeites dos índios são confeccionados por penas, sementes, palhas, conchas, madeira e até dente e osso de bicho. É isso é feito através de um trabalho manual que os índios aprendem desde criança.


Você quer aprender a fazer um colar de índio? Você vai precisar de:
· Fio de náilon ou fio de silicone
· Agulha
· Miçangas azuis, vermelhas e pretas
· Sementes de frutas

Como fazer:
Corte um pedaço do náilon ou silicone de aproximadamente 70 cm. Passe as contas por ele e amarre as duas pontas. Você pode fazer colares de uma cor só ou misturar as miçangas. Se preferir os de uma cor só monte vários e useos todos juntos.
Para o colar de sementes, escolhas as mais macias, como as de caqui ou melancia. Deixe-as secar no sol. Com ajuda de um adulto, enfie um pedaço do fio de náilon ou silicone na agulha e passe-a pelas sementes com muito cuidado. Finalize atando as pontas com um nó.

Atividade 17: Brinquedo de índio


  • Trace um circulo no papelão seguindo a medida de 10 cm de diâmetro.
  • Recorte-o e faça oito furinhos em volta dele, com a ponta de um lápis ou um furador de papel.
  • No meio do círculo faça dois furinhos. Passe o barbante por eles e amarre as pontas.
  • Agora, é só treinar um pouco o jeito de brincar.
  • Segure o barbante pelas pontas e gire o disco até enrolar todo o fio.
  • Estique o barbante, puxando-o com as duas mãos, e afrouxe em seguida. Vá fazendo isso para manter o disco girando. Quanto mais rápido ele rodar, mais barulho fará.


Fonte: Editora Moderna

Comidas indígenas

Uma forma muito legal de está trabalhando o tema "Dia do índio" é trazendo os costumes, receitas e brincadeiras para dentro da sala de aula. Leia a seguir sobre um pouco da história da comida indígenas no Brasil:
Os primeiros indígenas que provaram a comida de branco não gostaram. Dois deles, levados à nau capitânia e recebidos pelo próprio Pedro Álvares Cabral com muito prazer e festa, provaram o pão, peixe cozido, confeito, farteis (“massa de doce mais ou menos delicada, envolta numa capa de massa”, segundo a definição do Dicionário de Morais), mel, figos secos. Não comeram quase nada – é o depoimento da nossa primeira testemunha ocular da história, o Caminha. E, se provavam alguma coisa, logo cuspiam. Do vinho, mal provaram e não gostaram. Até a água serviu apenas para um bochecho. Gostaram do arroz e do lacão cozido, frio (fiambre), assim como aprovaram as facas de bom gume e fina ponta que os portugueses usavam como objeto pessoal e inseparável. A gente da terra usava como colher, as conchas de mariscos. Não gostaram – de início, pelo menos – foi do açúcar e dos estranhos temperos que fizeram os portugueses navegar, procurando o caminho marítimo para as Índias: cravo e canela, principalmente. Mas gostaram muito da aguardente de uva, assim como os brancos aprovaram a de milho, com a qual os homens da terra se embebedavam, no que eram acompanhados pelos portugueses.
A primeira agricultura européia no Brasil foi baseada no conhecimento prático dos índios, seguindo-lhe os métodos e apenas introduzindo novas plantas e os animais domésticos. Mas a gente da terra não servia para a cozinha do branco, que foi obrigado a valer-se da escrava africana, negra.
“Mostraram-lhes (aos nativos) uma galinha; quase tiveram medo dela, e não lhe queriam pôr a mão. Depois lhe pegaram, mas como assustados.”
Pero Vaz de Caminha Em carta a El-Rei D. Manuel, Dando notícia da descoberta do Brasil Dos indígenas recebemos, principalmente do índio tupi, dois elementos nativos que passariam a integrar a dieta do brasileiro: a mandioca e o palmito.
  • Farinha de mandioca
Farinha-de-pau, de manic ou manibot - hoje dita mandioca -, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti -, para escorrer e secar. O que escorre é um veneno mortal, por culpa do ácido cianídrico, que o sol faz desaparecer em dois ou três dias, deixando a manipueira livre de perigo. O resultado é o tucupi, ingrediente essencial de um dos mais típicos pratos da cozinha brasileira, o pato ao tucupi - embora aqui não houvesse patos, na época da colonização.
  • Tipiti

Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco -, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo. E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos) -, sujavam o rosto, as ventas e bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi ( a mandioca mansa, sem veneno), que espremiam entre as mãos. O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol.
O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada. Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O aipim não serve para a farinha, mas assado na brasa torna-se brilhante como a castanha assada ao borralho, e o gosto é parecido. Servido com mel silvestre (o mesmo que se fazia com a batata-doce e o cará), resultava em um prato que portuguêses e franceses reconheceram como delicioso. O estadunidense John Casper Branner queria exportar a farofa para o mundo.
  • Beiju ou Biju
Bolo feito de massa de tapioca ou de mandioca muito fina, enrolada em forma cilíndrica. Característico da alimentação indígena, o beiju foi recriado pelo portugueses, que acrescentaram açúcar e condimentos diversos à massa, e pelos negros, que o enriqueceram molhando no leite de coco.
  • Pirão
Prato de origem indígena, muito popular em todo o Brasil, constituído de papa grossa de farinha de mandioca misturada em água ou em caldo. É muito utilizado no acompanhamento de peixes.
Pipoca
Do tupi pi'poka, estalando a pele. O milho, que entre outras coisas permite a pipoca, de quem Debret, o pintor que veio fundar nossa primeira Escola de Belas Artes, disse que era a maior contribuição do brasileiro à cozinha mundial. (Sua receita, copiada dos selvagens: jogar o milho verde com sal no borralho e depois soprar as cinzas).
  • Tapioca
Doce de origem indígena feito com a fécula da mandioca, espécie de beiju recheado com coco ralado. Tanto o recheio quanto o adoçante foram introduzidos pelos portugueses.
Cauim: Para beber, as mulheres cuidavam de mascar a mandioca, esmagando-a com os molares e enrolando-a com a língua no céu da boca. É como mascar tabaco, mastigando bem e com bastante saliva, cuspindo tudo num pote, até que esteja cheio. E eram só as virgens que tinham a honra, porque as outras estragariam tudo. A mesma coisa faziam com acaiá, pacoba, milho, ananás, bata-doce, jenipapo, caju e outras qualidades. O resultado, dito cauim, é uma bebida nutritiva e inebriante, de gosto ácido e muito semelhante ao soro de leite, que os portugueses não podiam suportar pela lembrança do cuspe. Preferiam beber o vinho, esquecidos das uvas pisadas com os pés.
Entre outras coisas, a gente da terra nos ensinou a beber guaraná e mate, deixando-nos ainda toda a herança dos mingaus e pirôes. Sem conhecer o trigo, sem grande variedade de verduras e legumes, mesmo assim a gente era bem alimentada, principalmente porque o milho (avati) e as frutas completavam muito bem a mesa farta de carnes e de frutos do mar. E mesmo de verdes comiam alguma coisa, como o broto da própria mandioca (com o que se faz a maniçoba, um dos bons pratos da cozinha baiana).
  • Fontes:

  1. Sociedade e Cultura – Grande Enciclopédia Larousse Cultural - São Paulo: Nova Cultural, 1995. Folclore Brasileiro / Nilza B. Megale- Petrópolis: Vozes, 1999.
  2. A Cozinha Brasileira - São Paulo: Circulo do Livro S.A. (Edição integral Revista Cláudia - Editora Abril Ltda).

Brincadeiras e socialização das crianças indígenas

Todas as sociedades humanas constróem brinquedos para suas crianças. Os brinquedos construídos e utilizados nas sociedades indígenas, no Brasil, variam de acordo com as matérias-primas encontradas no meio ambiente em que esses grupos vivem, sendo que os brinquedos mais comuns são feitos de palha, madeira ou barro. As mulheres Karajá costumam fabricar minibonecas de barro para suas filhas brincarem.
É muito comum também os adultos fabricarem para suas crianças dobraduras de palha, representando os animais da floresta ou elementos que estão presentes no dia-a-dia, como os aviões que sobrevoam as aldeias. Hoje também é comum as crianças indígenas pedirem aos seus pais bonecas e bolas de plástico quando estes vão às cidades.
Os brinquedos são, em geral, miniaturas de objetos do uso cotidiano de cada sociedade e têm como objetivo divertir as crianças e educá-las para o desempenho das tarefas que irão realizar quando adultas.
Nas sociedades indígenas, a organização do trabalho se baseia na divisão das tarefas por sexo. As crianças, desde cedo, aprendem a lidar com essa regra em suas brincadeiras e pequenas tarefas.
Os bebês, até aprenderem a andar, vivem aconchegados, junto ao corpo da mãe, no macio da tipóia de algodão, feita especialmente para carregá-los ou na rede. Já as crianças pequenas, de até 3 ou 4 anos, brincam com outras crianças de ambos os sexos e se divertem com seus brinquedos ou com algum cesto velho, já sem utilidade. Mas estão sempre próximas às mães, pois costumam ser amamentadas até essa idade. É comum, também, que uma irmã mais velha, adolescente, tome conta das crianças menores, enquanto a mãe prepara os alimentos.
A partir dos 4 anos, aproximadamente, uma menina Wayana e Apalaí, do norte do Pará, ganha de seu pai um pequeno cesto cargueiro, confeccionado com finas tiras do arbusto arumã, especialmente para ela. É seu primeiro trançado dos muitos que receberá ao longo de sua vida. Cabe às mulheres e às meninas Wayana a utilização dos cestos e vários outros tipos de trançados para a realização das tarefas domésticas. Cabe exclusivamente aos homens e aos meninos Wayana e Apalaí a sua confecção. Com o seu cesto, a menina Wayana irá brincar e acompanhar a mãe, a tia e a avó à roça.
Através da imitação, brincando de arrancar batatas e transportando-as para a aldeia em seu cesto cargueiro, as meninas vão aprendendo o trabalho feminino, em especial o processo de fabricação do beiju, uma espécie de panqueca de mandioca muito consumida pelos povos indígenas brasileiros.
Os meninos Wayana, com aproximadamente 4 anos, recebem sua primeira tanga vermelha. De seu pai, recebem um pequeno arco e diversas flechas, com os quais irá brincar e se divertir. Por volta dos 7 ou 8 anos, os meninos possuem rede própria e já circulam sozinhos pelos arredores da aldeia. A independência em relação a sua mãe é completa podendo então passar a acompanhar o pai ou o irmão mais velho em caçadas, pescarias e incursões na floresta, dando início ao longo processo de aprendizagem das tarefas masculinas.
Os jovens devem exercer e dominar as tarefas próprias de seu gênero, masculino ou feminino, e de sua idade. As atividades que irão desempenhar na vida adulta lhes são ensinadas, ao longo dos anos, através do acompanhamento e da observação da realização das tarefas desempenhadas por seus pais, prestando-lhes também ajuda.
As principais atividades do universo feminino a serem aprendidas pelas meninas, que as exercerão plenamente quando adultas, consistem basicamente na plantação, colheita e conservação da roça, transporte de lenha e preparo dos alimentos, preparação das bebidas fermentadas, fiação do algodão, confecção de redes, cerâmica e educação das crianças.
As principais atividades do universo masculino a serem aprendidas pelos meninos, que as exercerão quando adultos, são basicamente preparo do terreno para o plantio, caça, confecção de arco e flecha, cestaria, confecção de enfeites plumários, construção de casas. Em geral, as atividades ligadas à pesca com timbó são realizadas por ambos os sexos.
O período de reclusão ritual a que são submetidos os jovens de ambos os sexos varia em cada sociedade. Esse período marca o término do que é considerado como adolescência, nas sociedades indígenas, que para as meninas acontece, geralmente, quando vem a primeira menstruação.
Ao atingir a puberdade, os jovens do sexo masculino e feminino devem se dedicar a aprimorar as técnicas de seus afazeres, pois estarão aptos para o casamento e, portanto, para a vida adulta, tendo-se completado o processo de socialização.
Nas culturas indígenas, o processo de socialização das crianças é considerado tarefa de todos, cabendo às mães e aos pais a orientação nas tarefas e comportamentos que a comunidade espera desse novo membro do grupo. Cabe às crianças brincar e ter sua mãe sempre por perto para protegê-las, sem jamais levantar a voz, brigar ou bater-lhes. Uma boa mãe e um bom pai educam com autoridade, desenvolvendo na criança a atenção e a observação pessoal, bem como a importância da repetição de uma tarefa até a sua plena aprendizagem. Cabe a todos desenvolver na criança o senso de responsabilidade e o respeito às regras sociais de sua comunidade.

Dia do índio


Rituais Indígenas

Uma grande parte dos rituais realizados pelos diversos grupos indígenas do Brasil pode ser classificada como ritos de passagem. Os ritos de passagem são as cerimônias que marcam a mudança de um indivíduo ou de um grupo de uma situação social para outra. Como exemplo, podemos citar aqueles relacionados à mudança das estações, aos ritos de iniciação, aos ritos matrimoniais, aos funerais e outros, como a gestação e o nascimento.
Entre os Tupinambá - grupo indígena extinto que habitava a maior parte da faixa litorânea que ia da foz do rio Amazonas à ilha de Cananéia, no litoral paulista-, quando nascia uma criança do sexo masculino, o pai levantava-se do chão e cortava-lhe o umbigo com os dentes. A seguir, a criança era banhada no rio, após o que o pai lhe achatava o nariz com o polegar. Em seguida, a criança era colocada numa pequena rede, onde eram amarradas unhas de onça ou de uma determinada ave de rapina. Colocavam-se, ainda, penas da cauda e das asas dessa ave e, também, um pequeno arco e algumas flechas, para que a criança se tornasse valente e disposta a guerrear os inimigos.
O pai, durante três dias, não comia carne, peixe ou sal, alimentando-se apenas de certo tipo de farinha. Não fazia, também, nenhum trabalho até que o umbigo da criança caísse, para que ele, a mãe e a criança não tivessem cólicas. Três vezes por dia punha os pés no ventre da esposa. Nesses dias, o pai fazia pequenas arapucas e nelas fazia a tipóia de carregar a criança; tomava, também, o pequeno arco e as flechas e atirava sobre a tipóia, pescando-a depois com o anzol, como se fosse um peixe. Assim, no futuro, a criança caçaria ou pescaria. Quando o umbigo caía, o pai partia-o em pedacinhos e pregava-os em todos os pilares da oca, a fim de que o filho fosse, no futuro, um bom chefe de família. O pai também colocava aos pés da criança um molho de palha, que simbolizava os inimigos. Quando todas essas práticas tinham sido realizadas, a aldeia por inteiro se entregava às comemorações. Nesses dias, era escolhido um nome para o recém-nascido.
Através desse rito de incorporação, o pai assumia a paternidade e se reconhecia ao recém-nascido, um lugar na sociedade Tupinambá, como homem ou mulher.
Cabe destacar que nesses rituais ligados à gestação e ao nascimento não só a criança, como também seus pais, eram submetidos ao ritual de passagem. O reconhecimento da gravidez da mulher punha o pai e a mãe num estado de cuidados especiais, separando-os, de certo modo, pela maneira de se comportar, dos demais habitantes da aldeia. Ficavam, assim, segregados até que a criança nascesse e os ritos de sua incorporação fossem realizados, momento em que eles eram reintegrados à vida normal, desempenhando um novo papel social: pai e mãe de um novo membro da sociedade.

BibliografiaMelatti, Julio Cesar. Índios do Brasil. Hucitec, 1980.Maestri, Mário. Os senhores do litoral. Editora da Universidade/UFRGS, 1994
fonte: http://www.museudoindio.org.br

domingo, 22 de março de 2009

DIA MUNDIAL DA ÁGUA


Dia Mundial da água

Nosso planeta tem cerca de dois terços só de água. Pela lógica, parece haver água sobrando para a população, não é? Parece um absurdo falar em crise da água?
Vamos aos fatos: 97% da água do planeta são água do mar, imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior do planeta. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível apenas 0,007% do total de água da Terra.
Some-se a isto o despejo de lixo e esgoto sanitário nos rios, ou ainda as indústrias que jogam água quente nos rios - o que é fatal para os peixes. A pouca água que existe fica ainda mais comprometida. Isto exige a construção de estações de tratamento de esgoto e dessalinização, por exemplo. E exige conscientização para que se evite o desperdício e a poluição, principalmente nas grandes cidades.
Com o objetivo de chamar a atenção para a questão da escassez da água e, conseqüentemente, buscar soluções para o problema, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu em 1992 o Dia Mundial da Água: 22 de março.
Por conta disso, a ONU também elaborou um documento intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água", que trata desse líquido como a seiva do nosso planeta.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DA ÁGUA

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos da Água, ela é seiva do nosso planeta e condição essencial da vida na terra. Confira os artigos:

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
FONTE:
LINKS INTERESSANTES:

Agência Nacional de Águas - http://www.ana.gov.br/
Brasil das Águas - www.brasildasaguas.com.br/index_ie.htm
Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.br/

Dicas para economizar água




Bingo do conhecimento (Ortografia)

Orientações/Sugestões:

Confeccionar para cada aluno, uma tabela para registro das tarefas,da seguinte maneira: uma folha dividida em 9 quadrados,com o título "Tabela de tarefas".Cada quadrado é identificado por letras (A,B,C,etc...).

A turma será dividida em equipes.

A tabela do jogo será afixada no caderno e cada tarefa deverá ser respondida ou realizada no quadro correspondente à tarefa.

Regras do jogo:

Aguardar o sinal da professora antes de iniciar todas as tarefas;
Os alunos só poderão se comunicar com os integrantes da sua equipe;
Os alunos não devem deixar de realizar nenhuma tarefa.
Em caso de dúvida, deverão consultar sua equipe ou sua professora;
Número de participantes por equipe:4;
Vencerá o jogo quem preencher toda a cartela de tarefas;
Antes de iniciar o jogo, os alunos devem ler atentamente, um texto que a professora irá entregar.(A professora seleciona um texto que tenha várias palavras com a dificuldade ortográfica a ser trabalhada.Exemplo: ( Ç ).
Tarefa A:
A sorte foi lançada! Agora é com você! Retire do texto todas as palavras com Ç - 2 minutos para a realização da tarefa.(Após a realização da tarefa, a professora pode explorar ao máximo o texto: ambiente,personagens e suas características, autor,etc...).Em seguida,cada equipe deverá receber uma cartolina, para que criem uma ilustração para o texto que deverá ser apresentada para a turma e afixada na sala.

Tarefa B:
Pesquise três palavras com Ç, que não estejam no texto.(Para a realização desta tarefa, a professora deverá disponibilizar aos alunos: jornais,revistas, panfletos e outros portadores de textos que serão utilizados como fonte de pesquisa). Todos registram no quadro as palavras pesquisadas para leitura conjunta.

Tarefa C:
Você é um grande jogador! Muitas emoções ainda estão por vir! Faça uma frase utilizando uma ou mais palavras com Ç que foram pesquisadas na tarefa anterior.( Todos apresentam suas frases).

Tarefa D:
Vem aí um desafio: consultando o dicionário, encontre duas palavras que tenham Ç e registre na Tabela D. Não se esqueça de colocar também, o significado das palavras pesquisadas. (Todos apresentam suas frases).

Tarefa E:
Vá em frente! Você está indo muito bem! Escolha uma frase do texto que não tenha palavras com Ç. Amplie essa frase e inclua pelo menos, uma palavra com Ç. (Os alunos apresentam as frases ampliadas).

Tarefa F:
Além de inteligente, você também é artista. Faça um desenho na Tabela F de algo cujo nome tenha Ç. escreva o nome do que foi desenhado.

Tarefa G:
Pegadinha: A professora deverá passar algumas frases no quadro, sendo que, pelo menos duas, tenham erros de ortografia(palavras que deveriam ser escritas com Ç).Os alunos encontram os erros, corrigem e reescrevem as frases.

Tarefa H:
Pesquise em jornais e revistas, palavras com Ç para a montagem de um mural. Capriche, estamos na reta final. (Os alunos pesquisam as palavras e cada equipe monta um mural na sala; a professora explora a leitura de todas as palavras pesquisadas).

Tarefa I:
Você está diante do último obstáculo deste jogo. Escreva com muita atenção as palavras que sua professora vai ditar.(A professora prepara um ditado para treinar a dificuldade)

Brincando para escrever melhor

Faixa etária: a partir de 8 anos
Série: a partir da 3ª série (4º ano inicial)
Número de jogadores: 2 até 4 jogadores
Principais dificuldades trabalhadas: ortografia; vocabulário; divisão silábica das palavras; coordenação motora; lateralidade; tonicidade das palavras; frases; parágrafo
Material necessário para cada pequeno grupo:
1 quebra-cabeça
REGRAS:
1. A turma é dividida em pequenos grupos de até quatro jogadores.
2. O professor distribui um quebra-cabeça para cada grupo.
3. Vence a primeira etapa o grupo que primeiro montar o quebra-cabeça corretamente.
4. Os pequenos grupos devem escrever o nome dos objetos do quebra-cabeça montado.
5. Vence a segunda etapa o grupo que escrever o maior número de palavras no tempo estabelecido e obedecendo as normas preestabelecidas pelo professor.
6. O professor escolhe algumas das palavras escritas pelos alunos para serem divididas em sílabas.
7. Vence a terceira etapa o grupo que primeiro realizar a tarefa corretamente.
8. Os pequenos grupos devem classificar as palavras divididas em sílabas quanto à tonicidade.
9. Vence a quarta etapa o grupo que primeiro realizar a tarefa corretamente.
10. O professor escolhe cinco palavras (sugestão) para ser redigida uma frase com cada uma delas.
11. Vence a quinta etapa o grupo que primeiro realizar a tarefa obedecendo às normas preestabelecidas pelo professor.
12. Individualmente, cada aluno escolhe três das frases redigidas para que seja desenvolvido um parágrafo.
Como confeccionar o material:
O professor deve escolher uma gravura, própria do interesse da idade dos alunos, com o tamanho aproximado de uma folha de desenho e colá-la sobre cartolina ou papelão.
Depois de colada ela deve ser partida em 12 pedaços de tamanhos e formas diferentes (sugestão).
A gravura escolhida deve ser a mesma para todos os grupos – portanto, o professor deve reproduzi-la.
fonte:
Autora:Maria Luiza Kraemer Atividade extraída do site:www.profissaomestre.com.br

Jogo da memória (verbos)

O exemplo a seguir mostra o ensino de verbos através de um jogo.
O mesmo pode ser adaptado para qualquer matéria que você queira ensinar.
Experimente utilizá-lo, é muito fácil!
Material: em cartões de cartolina, escreva uma frase pertinente à matéria que quer ensinar.
No exemplo,foram usados os verbos:Eu nado na piscina.Tu nadas no mar ?O relógio bate a hora certa.Nós batemos na porta ... toc ... toc ... toc ...Vós partireis agora ?Eles partem de trem.Eu nadei no mar.Tu nadaste na piscina !Papai vendeu o carro.Nós vendemos maçãs na feira ontem.Vós partistes o bolo ?Os jovens partiram o ovo de chocolate.Amanhã, eu partirei para Roma.Tu partirás a torta ?Ele nadará na piscina do clube.Nós nadaremos na competição.Vós vendereis a casa !Papai e mamãe venderão revistas numa loja.
1o pessoa, singular, presente
2o pessoa, singular, presente
3o pessoa, singular, presente
1o pessoa, plural, presente
2o pessoa, plural, presente
3o pessoa, plural, presente
1o pessoa, singular, passado
2o pessoa, singular, passado
3o pessoa, singular, passado
1o pessoa, plural, passado
2o pessoa, plural, passado
3o pessoa, plural, passado
1o pessoa, singular, futuro
2o pessoa, singular, futuro
3o pessoa, singular, futuro
1o pessoa, plural, futuro
2o pessoa, plural, futuro
3o pessoa, plural, futuro

Note que cada frase corresponde a um tempo de verbo.
O objetivo é, com as fichas viradas para baixo, achar o par correto: frase e tempo de verbo. Ou seja, o velho jogo de memória.

Dicas
1 - Para que o jogo funcione melhor, divida a turma em grupos pequenos - quatro jogadores é o ideal.
2 - Peça que todos anotem os pares de frases nos cadernos.
3 - Explore as possibilidades do jogo. Por exemplo, no caso dos verbos, você ainda pode pedir para os alunos passarem as frases do singular para o plural, e vice versa; para desenvolverem um texto a partir de uma das frases; e muito mais.

Atividades para trabalhar a ortografia

1- Monte e remonte:
Escreva no quadro ou em folha chamex uma palavra que tenha o menor número de letras repetidas. Estipular um tempo para a duração da atividade e pedir aos alunos para lembrarem e escreverem o maior número de palavras possíveis com as letras dessa palavra, sem repeti-las no mesmo termo encontrado.
Obs.: Esta atividade trabalha a rapidez, percepção visual, ortografia e vocabulário.
Exemplo: Palavra escolhida: PERNAMBUCO: Palavras encontradas: perna- barco- compra- boca- nabo- banco- copa- ano- reco- rapé- ópera- amor- rebu- comer- peru- perca- bem- não- rena- buraco- mar- muro- pano- pé- cor- pêra- rã- mãe- pena- uno- Nabuco- pau- cobra- Mané- Norma- Carmem.
2- Palavra puxa palavra:
Nessa atividade, o professor lança uma palavra e os alunos apresentam outras que se relacionem com a primeira.
Exemplo: Palavra escolhida: FOGO. Palavras relacionadas: incêndio- dor- ambulância- feridos- bombeiro- morte- gritos- pânico- tristeza- medo- fogão- comida- queimadura.
3- Memória auditiva:
O professor diz uma frase que deve ser repetida e ampliada pelo aluno.
Exemplo: Professor: Fui ao zoológico e vi um elefante...
Aluno 1: Fui ao zoológico e vi um elefante e um urso...
Aluno 2: Fui ao zoológico e vi um elefante, um urso e uma girafa...Dizer duas palavras:
O aluno deverá separar a primeira sílaba de cada uma e formar outra:
Exemplo: PEdalRAtoPêraFIguraTApeteFitaPAnelaNOveloPanoUsando a mesma técnica, aumentar o número de palavras, criando dificuldades crescentes.Exemplo: TOalhaPEdraTElaTopeteCIgarroGAlhoNAboCiganaCAbeloNEvadaTApaCanetaTRIoANtesGUiaLOtoTriânguloAgoraPOSteTInaLAçoApostilaCAmaRAmoMUdaJOgoCaramujo
4- Invente e conte:
Espalhar sobre as mesmas várias gravuras que retratem ambientes e personagens. Cada aluno deverá selecionar uma delas e criar uma narrativa oral em que a figura sirva de cenário para a história vivida pela personagem da gravura. Chamar a atenção dos alunos para a seqüência lógica dos fatos narrados.
5- Brincando de poeta:
O professor oferece aos alunos uma caixa contendo cartões, cada um com uma palavra, sendo que as palavras rimam entre si.
Exemplo: pato- mato- gatoCoelho- Botelho- joelhoAbelha- orelha- ovelha
Cada aluno, após ter recebido um dos cartões, deverá procurar entre os colegas aqueles que têm o cartão com uma palavra que rime com a sua.
Agrupados por terminação, os alunos escreverão outras palavras que rimem com as que já possuem.
6- De mãos dadas com a poesia.
Material: Textos sobre amor, paixão, ou outros sentimentos humanos (Sugestão: Música: Coração de Estudante, de Milton Nascimento), papel, caneta.
Ler o texto, ouvir e cantar a música. O professor convida os alunos a analisarem seu coração, dizendo-lhes: Abra seu coração. O que você vê dentro dele? O que sente?  O que lhe incomoda? O que gostaria de dizer em nome dele?
Logo após, passe para o papel o que seu coração gostaria de falar se tivesse voz.
O trabalho pode ser ilustrado.
7- Contando histórias:
Material: textos de Contos de Fadas e Paródias. (Sugestões: Chapeuzinho Vermelho de raiva, Chapeuzinho Amarelo).
Iniciar a atividade perguntando à turma se alguém quer contar um conto de fadas. Se não houver voluntários, começar a história e pedir que os alunos continuem. Pedir aos alunos que relembrem os contos de fadas, atualizando-as.
Como seria a história se acontecesse hoje? Naturalmente, introduzindo-se elementos do cotidiano na vida moderna, surge uma nova história.
Exemplo: “A casa dos três porquinhos tinha um alarme eletrônico e um visor detectava a aproximação do lobo”. “Os caçadores do lobo, que comeu a vovó, usavam um helicóptero de resgate da polícia para capturá-lo”.
8- Viagem ao espaço infinito da imaginação.
Distribuir papel e caneta hidrográfica para a turma e colocar no fundo musical.
Pedir aos alunos que coloquem a ponta da caneta sobre o papel e, de olhos fechados, acompanhem o ritmo da música desenhando sobre o papel.
Desligar a música e, imediatamente, todos devem parar de desenhar e abrir os olhos para ver o desenho que fizeram.
A partir das linhas traçadas, colorindo os espaços vazios, os alunos vão criar um espaço mágico, um novo universo, e nele um novo planeta também.
Assim, como o autor do texto, Ziraldo, (Flicts) cada aluno criará seu planeta.
Os alunos vão também batizar o planeta com um nome bem sugestivo.
Para isso, cada um escreverá cinco letras, sendo pelo menos uma vogal, e cada letra em um pedaço de papel.
Cada aluno ficará com uma vogal e as demais letras serão colocadas numa caixa, misturadas, e cada letra um deverá retirar dela quatro novas letras.
De posse das letras sorteadas e da vogal, cada um criará um nome para batizar o planeta. Registrar o nome do planeta e localizá-lo no espaço mágico. Tendo em vista a cor, a localização e o nome, atribuir-lhe cinco características.
Na segunda etapa de criação, falar sobre: a origem do novo planeta; o papel que desempenha no mundo; seu relacionamento com os astros a sua volta; a mensagem que gostaria de transmitir.
9- Jogo das cores.
Material: folhas de papel, lápis preto e de cor e caixa de papel para colocar as perguntas.
O professor coloca numa caixa várias perguntas cujas respostas deverão ser dadas pelos alunos através da escolha de uma cor.
Exemplo: Qual é a cor do amor? E da alegria, da felicidade, da paz, da sabedoria, da pureza, da satisfação, da calma, da paciência? Justifique sua resposta.
O aluno escolherá um sentimento e escreverá seu nome na cor que, em sua opinião mais combina com o sentimento escolhido.
Exemplo: AMOR: azul Com cada umas das letras do termo escolhido, o aluno escreverá outras palavras, relacionadas pelo sentido:Amizade Meiguice Orgulho Riso
Ilustrar a palavra, fazendo um desenho com a cor escolhida.
O professor poderá fixar os desenhos agrupados por cor no mural, formando assim um arco-íris. Os desenhos poderão, também ser utilizados como ilustração de um livro de “criação coletiva”. Observação: Tendo em mãos estas sugestões o professor pode trabalhar ortografia de forma agradável e satisfatória para os alunos. Basta portanto, usar da criatividade e da vontade de ver seu aluno escrevendo corretamente

domingo, 15 de março de 2009

Alfabetização - Métodos



MÉTODOS DE ENSINO

São vários os métodos para se alfabetizar. Falaremos sobre os mais utilizados:

1- Métodos de alfabetização predominantemente sintéticos
2- Métodos de alfabetização predominantemente analíticos


MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO PREDOMINANTEMENTE SINTÉTICOS

São métodos que levam o aluno a combinar elementos isolados da língua: sons, letras e sílabas.
Os métodos predominantemente sintéticos podem ser:

  • alfabéticos ou soletrativos

  • silábicos
  • fonéticos


  • Alfabéticos ou soletrativos
    O aluno aprende:
    • o nome das letras nas formas maiúscula, minúscula, manuscrita, etc.

  • a seqüência do alfabeto.
  • a combinar as letras entre si, formando sílabas e palavras.

  • Silábicos
    O aluno aprende inicialmente a sílaba, a combinação entre elas e chega à palavra.
    Fonéticos
    O aluno aprende inicialmente os sons das letras isoladas e depois reúne em sílabas que formarão as palavras.


    MÉTODOS PREDOMINANTEMENTE ANALÍTICOS


    São métodos que levam o aluno a analisar um todo (palavra) para chegar às partes que o compõem.
    Os métodos predominantemente analíticos podem ser:
    • palavração

  • sentenciação
  • contos ou historietas
  • natural

  • Palavração
    O aluno aprende algumas palavras associadas às suas imagens visuais. É usada a memória visual. Depois que o aluno já reconhece algumas palavras, estas são divididas em sílabas para formar outras palavras.
    Sentenciação


    O aluno parte de uma frase que a turma está discutindo, visualiza e memoriza as palavras e depois analisa as sílabas para formar novas palavras.

    Contos ou historietas

    É uma ampliação do método de sentenciação. O aluno parte de pequenas histórias para chegar nas palavras, sílabas e com estas sílabas formar novas palavras.

    Natural

    O método natural parte de um pré-livro que contém registros de conversas da classe sobre determinado assunto. É apresentado aos alunos aos poucos para a sua visualização. Depois dessa fase, passa-se para a leitura sonorizada de cada sílaba da palavra. A partir destas sílabas, o aluno forma novas palavras e novas frases.
    Técnicas de Alfabetização
    São procedimentos de trabalho utilizados em sala de aula para facilitar a aprendizagem.
    As técnicas devem variar de acordo com as peculiaridades de cada aluno, cada professor e cada turma.
    As técnicas são divididas em dois grupos:
    • técnicas de leitura

  • técnicas de escrita

  • Técnicas de Leitura
    • Utilização de cartões vazados para a orientação da leitura do aluno(da esquerda para a direita).

  • Leituras de textos em conjunto.
  • Utilizar jogos de memória, de associação "palavra-figura", dominós e atividades artísticas.
  • O professor deve utilizar técnicas que orientem o aluno a seguir a direção esquerda-direita. A sala de aula deve conter livros, revistas e cartazes para haver contato da classe com estes símbolos gráficos

  • Técnicas de Escrita
    • A criança deve perceber a forma das letras.

  • O professor deve formar, com as partes dos corpos de seus alunos, algumas letras.
  • Desenhar a letra em tamanho grande, no quadro-de-giz, para que a criança percorra o traçado com o dedo.
  • Ditados-mudos (cartões com uma figura, ao mostrar, as crianças devem escrever o que estão vendo.
  • Os trabalhos devem sempre ter seu início marcado por um ponto e setas,para servir de direção esquerda-direita.
  • AS TÉCNICAS DEVEM PROPICIAR UMA APRENDIZAGEM PRAZEROSA.

  • Autora: Maria de Fátima Saramago Quinet A. de Oliveira

    Bom Dia Todas as Cores - Ruth Rocha

    Meu amigo Camaleão acordou de bom humor.

    - Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!

    Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,

    mudou sua cor para a cor-de-rosa,

    que ele achava a mais bonita de todas,

    e saiu para o sol, contente da vida.


    Meu amigo Camaleão

    estava feliz porque tinha chegado a primavera.

    E o sol, finalmente, depois de um inverno longo e frio, brilhava, alegre, no céu.


    - Eu hoje estou de bem com a vida, ele disse.


    Logo que saiu de casa, o Camaleão encontrou o professor pernilongo.

    O professor pernilongo toca violino na orquestra do Teatro Florestal.

    - Bom dia, professor!

    Como vai o senhor?

    - Bom dia, Camaleão!

    Mas o que é isso, meu irmão?

    Por que é que mudou de cor?

    Essa cor não lhe cai bem...

    Olhe para o azul do céu.

    Por que não fica azul também?

    O Camaleão, amável como ele era, resolveu ficar azul como o céu da primavera...


    Até que numa clareira o Camaleão encontrou o sabiá-laranjeira:

    - Meu amigo Camaleão, muito bom dia e você!

    Mas que cor é essa agora?

    O amigo está azul por quê?

    E o sabiá explicou que a cor mais linda do mundo era a cor alaranjada, cor de laranja, dourada.

    Nosso amigo, bem depressa, resolveu mudar de cor.

    Ficou logo alaranjado, louro, laranja, dourado.


    E cantando, alegremente, lá se foi, ainda contente...

    Na pracinha da floresta,

    saindo da capelinha,

    vinha o senhor louva-a-deus, mais a família inteirinha.

    Ele é um senhor muito sério, que não gosta de gracinha.

    - Bom dia, Camaleão!

    Que cor mais escandalosa!

    Parece até fantasia pra baile de carnaval...

    Você devia arranjar uma cor mais natural...

    Veja o verde da folhagem...

    Veja o verde da campina...

    Você devia fazer o que a natureza ensina.

    É claro que o nosso amigo resolveu mudar de cor.

    Ficou logo bem verdinho.

    E foi pelo seu caminho...


    Vocês agora já sabem como era o Camaleão.

    Bastava que alguém falasse, mudava de opinião.

    Ficava roxo, amarelo, ficava cor-de-pavão.

    Ficava de toda cor.

    Não sabia dizer NÃO.

    Por isso, naquele dia, cada vez que

    Se encontrava com algum de seus amigos,

    E que o amigo estranhava a cor com que ele estava...

    Adivinha o que fazia o nosso Camaleão.

    Pois ele logo mudava, mudava para outro tom...


    Mudou de rosa para azul.

    De azul para alaranjado.

    De laranja para verde.

    De verde para encarnado.

    Mudou de preto para branco.

    De branco virou roxinho.

    De roxo para amarelo.

    E até para cor de vinho...


    Quando o sol começou a se pôr no horizonte,

    Camaleão resolveu voltar para casa.

    Estava cansado do longo passeio e mais cansado ainda de tanto mudar de cor.

    Entrou na sua casinha.

    Deitou para descansar.

    E lá ficou a pensar:


    - Por mais que a gente se esforce, não pode agradar a todos.

    Alguns gostam de farofa.

    Outros preferem farelo...

    Uns querem comer maçã.

    Outros preferem marmelo...

    Tem quem goste de sapato.

    Tem quem goste de chinelo...

    E se não fossem os gostos,

    Que seria do amarelo?


    Por isso, no outro dia,

    Camaleão levantou-se bem cedinho.

    - Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!

    Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,

    mudou sua cor para a cor-de-rosa,

    que ele achava a mais bonita de todas,

    e saiu para o sol,

    contente da vida.


    Logo que saiu,

    Camaleão encontrou o sapo cururu, que é cantor de sucesso na Rádio Jovem Floresta.

    - Bom dia, meu caro sapo!

    Que dia mais lindo, não?

    - Muito bom dia, amigo Camaleão!

    Mais que cor mais engraçada, antiga, tão desbotada...

    Por que é que você não usa uma cor mais avançada?

    O Camaleão sorriu e disse para o seu amigo:

    - Eu uso as cores que eu gosto, e com isso faço bem.

    Eu gosto dos bons conselhos, mas faço o que me convém.

    Quem não agrada a si mesmo, não pode agradar ninguém...


    E assim aconteceu

    O que acabei de contar.

    Se gostaram, muito bem!

    Se não gostaram, AZAR!


    Fonte: http://camilagenaro.blogspot.com/

    Atividades para trabalhar o dia do circo











    domingo, 8 de março de 2009

    Projeto Animais

    PÚBLICO ALVO: Alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental.

    PERÍODO: 05 dias

    OBJETIVOS:

    Ao término da semana espera-se que o aluno capacite-se a:

    - Estabelecer as diferenças existentes entre os animais domésticos e selvagens;
    - Reconhecer a importância da correta alimentação para a manutenção da saúde animal;
    - Descrever as características físicas dos animais domésticos e selvagens;
    - Identificar as utilidades dos animais para os seres humanos;
    - Demonstrar atenção e interesse nas atividades que envolvam leitura e pseudoleitura;
    - Estabelecer as relações existentes entre grafemas e fonemas na composição de palavras e textos;
    - Expressar-se oralmente demonstrando clareza, coerência, seqüência lógica e consistência argumentativa;
    - Utilizar corretamente materiais simbólicos em atividades que envolvam a apreensão do conceito de número;
    - Participar no estabelecimento de critérios de classificação e sequenciação de elementos;
    - Demonstrar criatividade e preocupação estética em atividades que envolvam desenho, pintura e dobradura;
    - Participar de atividades lúdicas e recreativas que possibilitem o aprimoramento da expressão gestual e corporal, demonstrando ritmo e coordenação motora ampla.

    CONTEÚDOS:
    - Animais domésticos e selvagens
    - Alimentação dos animais
    - Características físicas dos animais
    - Utilidades dos animais
    - Leitura/pseudoleitura
    - Estruturação de palavras e textos
    - Relação grafemas/fonemas
    - Expressão oral
    - Conceito de número
    - Classificação
    - Sequênciação
    - Coordenação motora-fina, desenho pintura, dobradura
    - Expressão gestual e corporal
    - Ritmo
    - Coordenação motora

    PROCEDIMENTOS:

    Rotina:

    * Todos os dias proceder-se-á à leitura compartilhada de uma história e/ou o canto de uma música envolvendo o tema gerador e o registro da pauta do dia, na lousa.

    Segunda-feira:


    * Para iniciar o conteúdo "animais domésticos e selvagens" far-se-á uma conversa informal com os alunos. Serão propostos alguns questionamentos:

    - Vocês têm alguns animais em casa?

    - Qualquer animal pode ser criado em casa? Por quê?

    - Que cuidados precisam ter com os animais que criamos em casa?

    - E os que não podem, como são chamados?

    Logo após serão distribuídos revistas aos alunos para que recortem figuras de animais para montagem coletivamente dois painéis classificando os animais recortados em domésticos e selvagens.
    Em seguida far-se-á coletivamente uma lista com os nomes dos animais dos painéis, explorando as relações existentes entre grafemas e fonemas.
    Solicitar-se-á aos alunos que após a leitura/pseudoleitura dos nomes dos animais, os registros no caderno.
    No decorrer do registro, far-se-á o atendimento constante aos alunos.
    Finalizando a aula, serão distribuídos massas de modelar aos alunos para que modelem os animais de sua preferência.

    Terça-feira:


    * Dando continuidade ao tema "animais" dar-se-á ênfase a alimentação dos mesmos através de uma conversa informal com os alunos, mediante os seguintes questionamentos:
    - todos os animais que vocês conhecem se alimentam da mesma forma?

    - De que se alimentam os animais que vocês tem em casa?

    - E a maioria dos animais selvagens de que se alimentam?

    - Como o leão e a girafa conseguem se alimentar?

    - Vocês sabem como são chamados os animais que se alimentam exclusivamente de carne?

    - E os que se alimentam tanto de carne quanto de vegetais? Como são chamados?

    - Há animais que se alimentam tanto de carne quanto de vegetais? Como são chamados?

    Em seguida distribuir-se-á retângulos de papel sulfite para que desenhem o animal que desejarem.
    Logo após um aluno de cada vez fará a exposição do seu desenho, classificando-o quanto a sua alimentação e colando-o em um dos cartazes.
    Para ilustrar o assunto, far-se-á a exibição do vídeo "O Rei Leão".
    Com base no vídeo, proceder-se-á a produção coletiva de um texto, questionando os aspectos estruturais do mesmo.
    Após a produção os alunos registrarão o texto no caderno, ilustrando-o.
    Concluindo os alunos desenvolverão a atividade abaixo relacionando os animais à quantidade de alimentos ingeridos por eles.

    Quarta-feira:


    * Far-se-á a organização da turma em circulo para o desenvolvimento da brincadeira "batata-quente".
    Será entregue aos alunos uma caixa contendo gravuras de animais que deverá circular entre eles ao som de uma música.
    Ao cessar a música acriança que estiver com a caixa, deverá pegar a figura de um animal e descrever oralmente as características físicas observadas no mesmo.
    No decorrer da brincadeira far-se-ão questionamentos comparando as diferenças existentes entre os animais.
    Para ilustrar serão distribuídas atividades aos alunos, contendo adivinhas, enfatizando as características físicas de alguns animais, para que os identifiquem, escrevam seus nomes e os ilustrem.

    Aula de educação física:

    Aquecimento: Imitação de animais
    A professora conduzirá os alunos para que imitem através de gestos, os seguintes animais: macaco, sapo, coelho, cachorro, jacaré, galinha...

    Desenvolvimento:

    Alerta dos animais: as crianças serão dispostas em circulo e a cada uma delas será dado o nome de um animal, será dado uma bola a uma das crianças e esta jogará a bola para o alto enquanto as outras correm. A referida criança dirá o nome de um animal, aquele que portar o nome deverá pegar a bola e imediatamente gritar: "Alerta", para que as outras crianças parem onde estiverem e a mesma deverá tentar acertar a bola em uma delas após três passos. A criança que for "queimada" dará continuidade á brincadeira.

    Volta à calma:

    Telefone sem fio: com as crianças novamente dispostas em círculo a professora dirá no ouvido de uma delas, uma mensagem sobre os animais. Cada criança deverá repassar a mensagem e a última dirá em voz alta, comparando com a original.

    Quinta-feira:


    * Para abordar o tema "utilidade dos animais" far-se-á a exploração de um painel.
    Após a exploração oral, os alunos receberão uma atividade mimeografada, referente ao assunto abordado para que a desenvolvam.

    Sexta-feira:


    * Levar-se-á a turma para o laboratório de informática, onde de dois em dois, utilizarão o computador, trabalhando no programa Paint, onde desenharão livremente, conforme suas imaginações. Estes desenhos deverão estar relacionados com o tema estudado.
    Em seguida cada dupla poderá conectar-se a Internet (sob orientação do professora), e entrarão em sites que permitam que eles ampliem seus conhecimentos em relação ao tema estudado.
    Após far-se-á questionamentos sobre as páginas visitadas, onde irão expor suas opiniões.

    Logo após os alunos receberão quadrados de papel espelho para confecção a de dobraduras de alguns animais da música (cachorro, gato, girafa, elefante), montando um painel com os mesmos.

    Recursos:
    - Lápis de cor
    - Tesoura
    - Cola
    - Régua
    - Revista
    - Papel sulfite
    - Papel espelho
    - Estêncil
    - CD
    - Aparelho de som
    - Fita de vídeo
    - Papel manilha
    - Fita adesiva

    Avaliação:
    Os alunos serão avaliados mediante a observação constante da atenção, interesse, participação, preocupação estética e envolvimento em todas as atividades propostas.

    Far-se-á a retomada dos conteúdos conforme as necessidades diagnosticadas.

    sábado, 7 de março de 2009

    Cartão Dia Internacional da Mulher


        

    È jeito, não é força!
    As mulheres têm uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


    È jeito, não é força!
    As mulheres têm uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009

        

    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


        

    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


        

    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


    È jeito, não é força!
    As mulheres tem uma maneira diferente de conquistar seus objetivos. Munidas até
    os dentes com charme e inteligência, elas
    vencem qualquer batalha sem derramar
    uma única gota de sangue. É a força que
    a sensibilidade disfarça.
    Aproveitamos o dia de hoje para nos render a esse imenso poder da delicadeza feminina!!!

     
    Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher – 08/03/2009


     


     


     




     


    Dia Internacional da Mulher



     

    Dia Internacional da Mulher


    Mãe, irmã, avó, tia, professora, namorada, esposa, filha, sogra, amiga, colega de trabalho, chefa... Quanta mulher há neste mundo, hein? E como as meninas estão em toda a parte, é importante refletir se os direitos delas estão sendo realmente respeitados hoje em dia.
    Em toda a história da humanidade, deparamos com situações que prejudicam as mulheres, como discriminação, preconceito, violência e esquecimento. Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a realidade das mulheres no Brasil não é muito romântica, não. Elas ainda sofrem muita discriminação em alguns setores, como no mercado de trabalho. O estudo mostrou que as brasileiras conquistaram mais empregos, ou seja, conseguiram mais espaço para trabalhar fora de casa, mas continuam ganhando menos do que os homens. 

    8 de março


    Por que comemorar o Dia da Mulher em 8 de março de cada ano? Esse dia foi escolhido em homenagem a 129 operárias que foram trancadas e morreram queimadas numa fábrica de tecidos. As trabalhadoras estavam numa manifestação, pedindo a diminuição da jornada de trabalho para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade. Isso aconteceu em 8 de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Com essa tragédia, vários movimentos e leis surgiram em proteção às mulheres.

     


     


     


    Mulheres no poder brasileiro


    Hoje há 45 deputadas federais, eleitas para representarem o povo na Câmara dos Deputados. Exemplo dessas mulheres que fazem parte do parlamento brasileiro é a deputada Yeda Crusius (PSDB/RS). Economista, ela entrou para a política em 1988, na época da discussão da nova Constituição brasileira. Foi ministra do Planejamento no governo de Itamar Franco. Depois disso, candidatou-se como deputada federal e exerce o cargo desde 1995. Ela luta por direitos iguais entre homens e mulheres.
    Participou de ações em favor da vida da mulher. "Infelizmente, muitas mães ainda morrem na hora do parto", afirmou Yeda. Ela fez parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (a chamada CPI) da Mortalidade Materna, que promoveu melhorias nos hospitais para atender as gestantes.
      "Quando a mulher está na política, ela leva adiante questões que tratam mais da igualdade entre os cidadãos (igualdade entre homens e mulheres, igualdade entre os que têm educação e os que não têm)", contou Yeda.

    Só em 1827 surgiu a primeira lei sobre a educação das mulheres. Antes disso, elas não tinham o direito de freqüentar escolas, sabia? E as brasileiras só ganharam definitivamente o direito de votar em 1932, depois de muitos movimentos em busca de condições iguais de trabalho, de direitos. E foi em 1947 que uma lei permitiu que as mulheres pudessem se candidatar a algum cargo político. A médica Carlota Pereira de Queiroz, em 1933, foi a primeira mulher brasileira a se eleger deputada federal. Apenas em 1994 foi eleita a primeira  governadora, Roseana Sarney.
    A cada eleição, as mulheres aumentam sua participação como candidatas. Na última eleição, mais de 76 mil candidatas concorreram a vereadoras e mais de 1.400 disputaram vagas de prefeitas. Mas o número de mulheres eleitas ainda é pequeno em relação ao de homens. A deputada Maninha confirma: "A porcentagem de deputadas estaduais ainda é muito menor que a de deputadas federais. Temos poucas ministras, nenhuma mulher vice-presidente, nem presidente da república. E a participação feminina é fundamental".


    Algumas personalidades femininas.


    •  A primeira mulher a reger (dirigir) uma orquestra no Brasil foi Chiquinha Gonzaga, pianista e compositora, em 1879.
    • Em 1917, a professora Deolinda Daltro, fundadora do Partido Republicano Feminino, comandou uma passeata que exigia que as mulheres tivessem o direito de votar. 
    •  A primeira mulher a tornar-se ministra de Estado (representantes dos ministérios, como da Fazenda, do Trabalho) foi Maria Esther Figueiredo Ferraz, nomeada ministra da Educação em 1982.
      • Anita Malfatti foi uma grande artista brasileira. É considerada a mulher que introduziu o Modernismo nas artes e pinturas no Brasil. Participou da famosa Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922. Ela fez o desenho que abriu a exposição e foi muito elogiada. 
    •  Patrícia Galvão, mais conhecida como Pagu, foi jornalista, escritora e fazia parte de movimentos políticos. Era uma ativista política. Ela começou a trabalhar muito nova como jornalista, com apenas 15 anos. Entrou para o Partido Comunista Brasileiro e participou de greves, manifestações, protestos. Foi uma personalidade importante nas lutas em favor dos direitos e melhor condição de vida para as mulheres. Morreu em 1962.
    • Muitas mulheres lutaram em movimentos políticos por melhores condições de vida, não só em defesa delas mesmas como de todos os brasileiros. Foi o caso de Sonia Maria Moraes Angel Jones, que lutou contra a ditadura militar no Brasil. Foi presa em 1969 e, depois de ser solta, viveu escondida, por causa da forte repressão. Foi assassinada em 1973, quando tinha apenas 27 anos, ao ser capturada pelos militares da ditadura. 
    Viu como nossa história é cheia de mulheres especiais? Com certeza, você também conhece uma que faz a diferença (na sua vida, na sua escola, no seu bairro). Devemos sempre respeitá-las. Aproveite esta data especial e não se esqueça de dar os parabéns a todas as mulheres que embelezam a sua vida. 
    Fonte: sites plenarinho e IBGE teens